ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO



"Senhor Deus criador dos céus e da terra, quero te agradecer por nos mostrar este caminho onde levaremos a tua palavra à todos, até mesmo aqueles que estão distantes. Quero também lhe pedir que nos abençoe e nos guie para que possamos a cada dia exercer esse nosso trabalho com muito amor e dedicação segundo a tua vontade.

É o que te pedimos e agradecemos, tudo isso humildemente em nome de Jesus Cristo.


Amém." 




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sexta-feira, 22 de junho de 2012

MEDITAÇÃO DO PÔR DO SOL: VIVENDO DELIBERADAMENTE

Então Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, 
para ser tentado pelo diabo. - Mateus 4:1


Faltavam poucos dias para Henry David Thoreau completar 28 anos quando ele deixou a sociedade em 4 de julho de 1845. Mudou-se para uma cabana que havia construído na encosta de Walden Pond, e viveu sozinho por dois anos, cuidando de suas necessidades. Aparentemente, não tinha intenção de escrever um livro na ocasião em que partiu para Walden, mas nove anos mais tarde a obra Walden; or, Life in the Woods [Walden; ou Vida na Selva] foi publicada. Apesar de não ter vendido muito bem a princípio, mais tarde se tornou um clássico americano.

Em Walden, Thoreau narra a razão de embarcar em sua famosa experiência de viver sozinho. “Fui para a floresta porque desejava viver deliberadamente, [...] e não, ao morrer, descobrir que não vivi.” Vivendo com simplicidade monacal, Thoreau estudou as minúcias da natureza ao redor e seu ciclo ao longo das estações do ano. Os longos períodos de silêncio lhe deram a oportunidade de pensar e refletir sobre quem era e como desejava que fosse sua vida.

Muito antes de Thoreau se retirar para a floresta, Jesus de Nazaré Se retirou para o deserto. Ele também foi pensar e refletir sobre quem era e no propósito de Sua vida. Ao contrário de Thoreau, Jesus estava prestes a embarcar numa missão de suprema magnitude, da qual dependia o sucesso ou o fracasso da humanidade – na verdade, do Universo inteiro. Por causa dessa missão, Ele teve que vir à Terra, deixar a glória celestial, velar Sua majestade, pôr de lado Suas prerrogativas divinas em que “milhares se apressam a atender o Seu comando sobre a terra e o oceano sem descanso” (Milton).

O Espírito conduziu Jesus até o deserto. O mesmo Espírito O instruiu a sair de Nazaré e seguir em direção ao Jordão, próximo a Jericó, local em que João Batista proclamava a proximidade do reino de Deus. Jesus Se uniu à multidão que rodeava João e pediu que ele O batizasse, não porque tivesse pecados não confessados, mas como uma confirmação da mensagem de João e uma declaração pública do início de Sua missão.


Agora um conflito estava sendo travado no deserto. Ao contrário de Thoreau, Jesus enfrentou a pressão das tentações de Satanás. Cada teste tinha como objetivo sabotar Sua missão; mas, para cada teste, Jesus Se apegou a Deus e à Sua Palavra.

Podemos aprender muito com a experiência de Thoreau. Precisamos aprender como viver deliberadamente. Podemos aprender muito mais com Jesus. Seu exemplo nos mostra o caminho para obter poder na vida deliberada.



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: NÃO TEMAS, PORQUE SOU CONTIGO

"Buscá-los-ás [aos inimigos], porém não os acharás; 
serão reduzidos a nada e acoisa de nenhum valor 
os que fazem guerra contra ti".
                                                            Isaías 41:12


Lucía Ramos, da Igreja Central de Calama, Chile, há mais de doze anos trabalha na área da saúde, como assistente de dentista. Sua jornada de trabalho era de segunda a sexta. Mas, em determinado momento, ocorreram mudanças na empresa, e a jornada passou a ser de segunda a sábado. Obrigaram-na a assinar um termo aceitando trabalhar aos sábados. Ela não assinou esse contrato.
 
Outro conflito foram as repetidas exigências para assistir a treinamentos aos sábados. Rapidamente, as relações com os chefes e colegas de trabalho mudaram. Ela possuía mais turnos de urgência e extensões horárias que suas colegas de trabalho, notando-se demasiada injustiça.
 
Finalmente, lhe entregaram uma carta de advertência para ser assinada pelo fato de não ir aos treinamentos. Essa carta seria entregue na Inspeção do Trabalho. Eu me senti muito mal pelo abuso e pela injustiça. Resolvi me apresentar na Inspeção do Trabalho apoiada por uma carta escrita pelo pastor da igreja para deixar registro de minha crença religiosa. Os advogados me apoiaram e determinaram estabelecer uma denúncia por violação de direitos fundamentais, ao haver discriminação religiosa.
 
A empresa aceitou meus princípios. Isso ajudou meu supervisor a mudar completamente sua forma de pensar. Meu contrato de trabalho foi mantido de segunda a sexta.
 
As capacitações deixaram de ser realizadas aos sábados, mas foi realizado para todo o pessoal um treinamento sobre os direitos fundamentais. Eu sei que o Senhor esteve sempre comigo e me deu coragem e perseverança para poder defender Sua Palavra.

Lucía Ramos
Chile

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
http://blog.portaladventista.org/mordomiacrista/

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: ONDE ESTÁ TEU CORAÇÃO?

"Onde está o teu tesouro, 
aí estará também o teu coração". 
                            Mateus 6:21

Era o ano de 1996, e eu estava fazendo uma série de evangelismo a 86 quilômetros de Curitiba, Paraná sede do distrito pastoral. Nosso sonho era fundar uma nova igreja nessa comunidade, na cidade de Cerro Azul.

Pedi ao irmão Antônio Sopperum um videocassete emprestado para usar no evangelismo. Após o trabalho evangelístico, eu ia devolver o videocassete. Mas, na saída de casa sofri um acidente, e o carro que bateu no meu atingiu o local em que estava o aparelho, quebrando-o completamente.

Quando comuniquei ao irmão Antônio que seu videocassete fora destruído, ele solicitou uma visita para a semana seguinte. Ele já era um homem idoso e frágil, porém seu coração estava forte em Cristo. No dia marcado, fui visitálo com o propósito de restituir o prejuízo do amado irmão. Em 1996, um videocassete de 6 cabeças novo, como era o dele, custava um valor significativo.

Ao chegar em sua casa, fui recebido com uma simpatia e amor cristão contagiantes. Após tomar um gostoso suco de uva feito por ele e sua esposa Helena, o irmão Antônio saiu da sala e voltou com um videocassete novo e me disse: “Pastor, já que o senhor quebrou meu videocassete na obra de Deus, eu quero lhe dar este novo de presente.” Eu respondi: “Irmão Antônio, o senhor teve um prejuízo e agora está ofertando, quando eu deveria restituílo.” Ele respondeu: “Pastor, meu coração não está em bens materiais. Quero ofertar este aparelho para a obra de Deus, já que o outro foi quebrado.”

Lembro-me com carinho a atitude de compreensão e amor do irmão Antônio Sopper. Hoje, temos em Cerro Azul uma bela igreja com 70 membros. Naquele ano, batizamos 27 pessoas para Jesus, usando o videocassete no evangelismo para cantar hinos e passar séries doutrinárias.

Querido membro do povo de Deus, onde está seu coração? Com o que você está preocupado? É o reino de Deus sua prioridade? Você tem prazer em ofertar ao Senhor? Lembre-se das palavras de Jesus: “Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (Mt 6:21).

Gilson Grudtner
Associação Sul Paranaense (USB)

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
http://blog.portaladventista.org/mordomiacrista/
 

sexta-feira, 29 de julho de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: VERDADEIRA MOTIVAÇÃO

Jesus olhou e viu os ricos colocando suas contribuições nas caixas de ofertas. Viu também uma viúva pobre colocar duas pequeninas moedas de cobre. E disse: “Afirmo-lhes que esta viúva pobre colocou mais do que todos os outros.
Todos esses deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver”. 
Lucas 21:1-4, Nova Versão Internacional

“Não são as grandes coisas que todos os olhos veem e toda língua louva que Deus reputa mais preciosas. Os pequenos deveres cumpridos com contentamento, as pequeninas dádivas que não fazem vista, e podem parecer destituídas de valor aos olhos humanos, ocupam muitas vezes diante de Deus o mais alto lugar. Um coração de fé e amor é mais precioso para Deus que os mais custosos dons. A viúva pobre deu sua subsistência para fazer o pouco que fez. Privou-se de alimento para oferecer aquelas duas moedinhas à causa que amava. E fê-lo com fé, sabendo que seu Pai celestial não passaria por alto sua grande necessidade” (Ellen G. White, Conselhos Sobre Mordomia, p. 175, 176).
 
Clarita é uma irmã já idosa que vive sozinha na paragem de Pichi-Leufu, a 100 km de Bariloche, na província de Río Negro, Argentina. Ela conheceu os adventistas através de um grupo missionário que foi visitar as pessoas da paragem. Esse grupo se reúne uma vez a cada três meses numa escola emprestada com esse objetivo. Para chegar ali, Clarita tem que caminhar na montanha ou a cavalo mais de 10 quilômetros. Muitas vezes ela chega ao lugar de reunião com frio intenso e até com nevadas, e é quase sempre a primeira a chegar.
 
Clarita vive de um pequeno subsídio do governo e da venda de ovos e frangos. Logo que ela recebe o subsídio ou vende algo, separa as melhores notas e com uma caneta preta escreve nessas notas: “dízimo” ou “oferta”, e as guarda numa caixa esperando o dia de culto. Quando chegou pela primeira vez às reuniões, ela trouxe um envelope em que havia acumulado as ofertas durante anos em sua granja. Ela continua fazendo isso em gratidão ao que o Senhor faz por ela, cuidando dela naquele lugar quase isolado do restante do mundo.

Clarita
Argentina

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
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sexta-feira, 15 de julho de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: O EGOÍSMO LEVA À MISÉRIA E MORTE

"Mas os homens generosos – veja a diferença – planejam maneiras de ajudar os necessitados, 
e por isso Deus os abençoará". 
Isaías 32:8, Bíblia Viva

O espírito de liberalidade é o espírito do Céu. O abnegado amor de Cristo é revelado na cruz. Para que o homem pudesse ser salvo, deu Ele tudo quanto possuía, e em seguida Se deu a Si mesmo. [...] O princípio ali ilustrado é dar, dar. Isto, levado a efeito em real beneficência e boas obras, é o verdadeiro fruto da vida cristã. O princípio dos mundanos é adquirir, adquirir, e assim esperam conseguir felicidade; mas, levado a efeito em todos os seus aspectos, o fruto é miséria e morte” (Ellen G. White, Conselhos Sobre Mordomia, p. 14).

Félix Valiente Chang nasceu em Piura, Peru, em uma família de classe média alta. Seu sonho era estudar engenharia pesqueira, mas foi repentinamente impedido pela morte do pai. Ele teve de começar a trabalhar, porque a família era numerosa. Acabou se envolvendo com traficantes.

Certo dia, ele foi detido e sentenciado a 12 anos de prisão. Por cinco anos e quatro meses, ele esteve detido até obter a condicional. Abandonou o tráfico de drogas, mas não seu consumo. Nos momentos em que estava lúcido, buscava a Deus e sentia o desejo de livrar-se do vício, e assim procurou um centro de reabilitação, orando fervorosamente para que Deus o conduzisse. No fim de dez dias, entrou em contato com alguns jovens estudantes da Universidade Peruana União, que pertence à Igreja Adventista, e pediu-lhes para estudar a Bíblia.

Alguns dias depois, próximo ao centro de reabilitação, teve início uma campanha evangelística e Félix a assistiu, juntamente com outro interno do centro. No fim da campanha foram batizadas 100 pessoas, entre elas Félix Valiente. Entre outros ensinos, ele entendeu que a igreja é mantida por nossas ofertas voluntárias e por nossos dízimos, que a cada semana são dados em gratidão pelo que Deus fez.

Hoje, Félix se dedica à venda dos produtos da universidade adventista, compreendendo que a verdadeira riqueza vem de dar tudo primeiro a Deus.

Félix Valiente Chang
Peru

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
http://blog.portaladventista.org/mordomiacrista/

sexta-feira, 8 de julho de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: MUITO QUE APRENDER

Porque o Senhor, vosso Deus, 
é Deus em cima nos Céus e embaixo na Terra.
                                                   Josué 2:11

Milcíades Balbuena cursava Engenharia. Ao iniciar o ano letivo, descobriu que uma das disciplinas seria ministrada apenas nas sextas-feiras à noite.
 
Aproximava-se o dia da primeira prova, na sexta-feira à noite. Ele decidiu falar com o professor e pedir-lhe para fazer a prova em outro horário. Orou fervorosamente a Deus e entregou o problema a Ele. O professor ouviu a argumentação e respondeu: “Pode mudar de curso, jovem, porque comigo você irá ficar no primeiro ano e não irei mudar o horário da prova.” Milhares de pensamentos passaram pela mente de Milcíades, que não compreendia por que Deus não realizara o milagre, visto que ele fizera a sua parte.
 
Poucos dias depois, momentos antes da prova, um colega lhe contou que o professor tivera de viajar com urgência ao Brasil para uma intervenção cirúrgica. Nesse momento, Milcíades orou a Deus pelo restabelecimento do professor. Enquanto o professor titular estava no Brasil, o substituto aceitou realizar a prova em dia e hora marcados. Milcíades agradeceu de todo o coração a Deus pela resposta às orações, mas soube que o titular da cadeira voltaria para a prova final.
 
Lembrando-se da experiência anterior, começou a pensar por que Deus lhe havia permitido prosseguir sem dificuldades durante todo o ano se agora, exatamente na prova final, novamente teria que enfrentar aquele professor. Apesar das dúvidas e inquietações, orou mais uma vez.
 
Aproximando-se do professor, disse: “Professor, sou o aluno que lhe havia pedido uma exceção para realizar as provas em outro horário que não na sexta-feira à noite.” O professor e respondeu: “Milcíades, diga a data e a hora em que você quer fazer sua prova final e traga-me algum material que eu possa ler e conhecer a respeito de suas crenças.”

Milcíades C. Balbuena
Paraguai 

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
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sexta-feira, 1 de julho de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: DÍZIMO RETORNA À CASA DO TESOURO

"Louvar-Te-ei, Senhor, de todo o meu coração; 
contarei todas as Tuas maravilhas".
                                                   Salmo 9:1

Raphaela Bezerra Daniel tem 20 anos e desde os seis anos de idade recebe pensão do pai. Quando a mãe aceitou a Jesus, Raphaela tinha sete anos. Desde então, sua mãe lhe ensinou a ser fiel a Deus em tudo. No ano passado, ao receber o salário, Raphaela separou a parte de Deus e colocou-a em um envelope, guardando-o dentro de sua Bíblia.

No sábado, ao ir à igreja, Raphaela já tinha entrado no ônibus quando percebeu que o envelope com o dízimo não estava mais dentro da Bíblia. Ela ficou angustiada. Desceu do ônibus e refez todo o trajeto da parada até sua casa. Procurou por todo o caminho, procurou em casa, mas não conseguiu encontrar.

Quando sua mãe chegou do culto, perguntou-lhe por que não tinha ido. Raphaela explicou-lhe o que havia acontecido. A mãe falou que a jovem deveria devolver novamente o dízimo e o pacto ao Senhor. As palavras soaram bem nítidas em seus ouvidos: “O dinheiro é de Deus, e Ele cuidará muito bem dele!” Raphaela tirou novamente o dízimo e o pacto, levou-lhes para a igreja no sábado seguinte e jamais esperava encontrar aquele dinheiro novamente. Esqueceu-se do assunto, e a vida continuou.

Dois meses se passaram, e um dia sua mãe chegou da igreja muito feliz. Disse que um casal tinha ido à igreja para devolver o envelope de dízimo de Raphaela. O dinheiro estava intacto. Mãe e filha ficaram tão felizes e agradecidas que levaram juntas o dinheiro como oferta ao Senhor, pois aquele dízimo e pacto já tinham sido devolvidos. Deus protegeu e guardou aquele envelope, até que ele voltasse para onde era seu destino: a casa de Deus. 

Deus, em Sua insondável misericórdia, derrama bênçãos sem medida sobre os que são fiéis.

Raphaela Bezerra Daniel
Missão Nordeste (Uneb)

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
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sexta-feira, 3 de junho de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: FIDELIDADE COMO ADORAÇÃO

"Pela manhã louvarei com alegria a Tua misericórdia; 
pois Tu me tens sido alto refúgio 
e proteção no dia da minha angústia". 
                                                                                                      Salmo 59:16

Quando João Vieira de Andrade se tornou adventista, tinha certeza de que seria fácil guardar a lei de Deus, incluindo o sábado. Mas uma crise econômica afundou a ele e sua família em uma série de dificuldades.
 
O empresário manteve-se fiel nos dízimos e ofertas mesmo nessas circunstâncias. Com as contas acumulando, a família fechou a empresa e, dos vinte
funcionários, apenas dois ficaram. O porão de sua casa transformou-se em oficina de costura. De 1.500 conjuntos de capa de automóveis por mês, agora João
produzia apenas 300 conjuntos. A dívida da empresa já chegava a 500 mil reais.
 
João pediu uma resposta de Deus. Passaram-se 29 dias e o representante comercial de uma distribuidora. fez a proposta de levar as capas confeccionadas na oficina de João para uma grande rede do comércio.
 
Depois de dez dias, uma rede de São Paulo fez o pedido de 11 mil capas. Rapidamente, João conseguiu mais ajudantes e apoio dos fornecedores. Era sexta-feira, e Felipe ligou solicitando a primeira entrega da mercadoria. O carregamento deveria ser feito no dia seguinte: no sábado.
 
Após uma pausa, ele comunicou que não poderia fazer o carregamento. Felipe pediu permissão para ele mesmo e sua equipe fazerem o carregamento. João retrucou que não deveria fazer isso. O homem, aos gritos, disse que acabaria com os negócios feitos com aquela família.
 
João se ajoelhou e orou a Deus. Ele ainda clamava quando o telefone tocou. Era o diretor da distribuidora. Pediu que ignorasse a alteração de Felipe e, com a voz serena, afirmou que a entrega poderia ser feita no domingo.
 
Uma semana depois, o diretor visitou a casa de João. Ficou impressionado com tal linha de produção a partir de um grupo tão pequeno. E, surpreendentemente, aquele homem fechou contrato por um ano com a empresa.
 
Hoje, a empresa da família Andrade é uma das maiores produtoras de capas de automóveis do estado de São Paulo. Ele é muito grato a Deus por Sua misericórdia.

João Vieira de Andrade
Associação Paulista Leste (UCB)

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
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sexta-feira, 13 de maio de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: DO SÁBADO PARA O DOMINGO

"O justo se alegra no Senhor e nEle confia; 
os de reto coração, todos se gloriam".
Salmo 64:10

Harlle Silva Costa é adventista desde criança. Em dezembro de 2006, ela foi aprovada em uma seleção para professor na Universidade do Estado da Bahia Harlle começou, então, a orar a Deus para que orientasse suas decisões e a guiasse de acordo com Sua vontade. Separou, então, alguns dias para estudo, aguardando as informações sobre local e data das provas. Para sua surpresa, a primeira prova foi marcada para o dia 7 de fevereiro de 2009, um sábado antes do Carnaval. Harlle pediu ao grupo de oração de sua igreja que orasse para que Deus fizesse o melhor.
 
Dois dias antes da data marcada para a prova, Harlle recebeu uma ligação de uma colega, e comentou sobre o assunto. A amiga lhe incentivou a encaminhar
um documento solicitando uma alternativa com base legal. Harlle foi convencida a redigir o documento, pois sabia que Deus estava no comando.
 
Após as aulas desse dia, por volta de 22 horas, ela falou com Deus mais uma vez sobre o assunto e resolveu acessar o site oficial do concurso para em seguida iniciar a redação. Ao abrir a página da internet, a primeira coisa que leu foi: “Mudança da data da prova.” Seu coração parecia pular de alegria. Ela imaginou que teria mais um tempo, talvez mais um mês, para resolver a situação. Restava olhar no calendário a nova data a fim de verificar se seria novamente num sábado. A informação era que a prova havia sido transferida para o dia seguinte, ou seja, domingo. Harlle não pôde conter as lágrimas. Deus fez o que parecia impossível aos olhos humanos. Após cumprir todas as etapas da seleção, Harlle foi aprovada em primeiro lugar. Em 20 de maio de 2009, assumiu efetivamente a vaga que Deus lhe reservou.
 
Fico muito feliz em testemunhar num ambiente em que as pessoas estão muito mais centradas na razão humana do que na providência divina. Deus é sempre fiel.

Harlle Silva Costa
Associação Bahia Sul (Uneb)

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
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sexta-feira, 6 de maio de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: DEUS TEM COMPAIXÃO DE SEUS FILHOS

"Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência 
a mendigar o pão."
                                                        Salmo 37:25

Meu nome é Daría Rufina Ferreira. Deus permitiu que eu passasse por aflições financeiras e, em apenas 21 dias, perdi dinheiro e amizades devido aos maus negócios que realizei. A única forma de pagar minhas dívidas acumuladas foi viajar aos Estados Unidos para juntar dinheiro. Certo dia, uma família adventista me convidou para ir à igreja. Como aqueles anos eram difíceis em todos os sentidos, aceitei o convite e comecei a sentir algo especial, como uma angústia e desespero, porque ouvia a voz de Deus, mas não queria atender ao que Ele me dizia.

Algo que exerceu grande impacto sobre mim foi saber que, no Paraguai, meus familiares começaram a realizar um grupo de oração intercessória em meu favor. Em 2005, voltei ao Paraguai e, um dia, senti vontade de ir à igreja com meu irmão Epifânio, mas minha mãe, que não era adventista, começou a fomentar uma guerra espiritual. A despeito disso, fiz vários estudos bíblicos.

Em 2007, Deus me abençoou. Iniciei meu próprio negócio e abri uma serralheria, passando a ter vários compromissos financeiros. Fiquei em dúvida quanto à decisão de guardar o sábado, apesar de que meu irmão e sua esposa sempre me animaram.

Certo dia, o meu irmão me convidou para assistir às conferências via satélite do pastor Mark Finley. Não foi fácil, mas por fim tomei a decisão de ser batizada e me entregar totalmente a Cristo. Decidi confiar no Senhor e Lhe entreguei minhas contas, meus problemas financeiros e pedi que os solucionasse.

Eu mudei, minha fidelidade mudou, meu rosto mudou e tudo mudou para melhor. Antes, eu era marcada pela amargura e falta de esperança, minha atitude diante da vida era de incredulidade, de constante nervosismo. O que agora mudou não foram meus problemas (nem todos desapareceram), mas sim a minha atitude. Tenho gratidão ao Deus todo-poderoso que me protege, sustenta e guarda.

Daría Ferreira
Paraguai

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: DEUS É FIEL

Cantarei para sempre as Tuas misericórdias, 
ó Senhor; os meus lábios proclamarão a todas 
as gerações a Tua fidelidade. 
Salmo 89:1

Gislene Goulart era professora em uma escola adventista e vivia um dilema: o salário só dava para duas semanas do mês. Nas próximas semanas, as compras eram no cartão de crédito. No mês seguinte, metade do salário era só para pagar o cartão já utilizado, e a outra metade acabava em dias.

O presidente de Associação Bahia Central, escritório que administra as igrejas e instituições adventistas na região central do estado, fez uma semana de oração sobre mordomia na igreja de Gislene. Falou sobre a devolução não apenas do dízimo, mas também do pacto. Gislene e o marido decidiram devolver 10% de pacto. Antes mesmo de receber o próximo salário e cumprirem a promessa, o Senhor já começou a lhes abençoar. Duas de suas alunas passaram a ir para a escola com Gislene, pagando o equivalente ao combustível que gastava por mês. Além dessa economia, o Senhor fez com que o dinheiro “esticasse”, acabando só um dia antes de o próximo salário chegar, e nunca mais deixou de ser assim.

No final daquele ano, o marido de Gislene decidiu estudar Teologia no Iaene. Tudo estava dando certo até chegar à metade do primeiro ano, quando ela e o marido foram colportar. Saíram do trabalho com apenas R$ 500,00 de lucro. Precisavam pagar a faculdade dele, pagar o aluguel e ainda se manter com a alimentação durante todo o semestre. Resolveram vender o carro, um Gol 86. No mesmo dia em que anunciaram a venda do carro, apareceu comprador disposto a pagar à vista. Eles viveram dois meses com aquele dinheiro. Quando estava terminando, receberam o pagamento de uma empresa que lhes devia por palestras realizadas pelo marido de Gislene havia uns 9 meses. Viveram o restante do ano com aquele valor. Então, chegou a colportagem novamente.

Mesmo com as dificuldades financeiras, eles nunca deixaram de devolver o dízimo e o pacto. Seu marido, nos momentos de oração de madrugada, começou a sentir vontade de fazer um novo pacto: separar mais 10% do resultado daquelas férias para ajudar os necessitados. Com isso, 30% já estavam comprometidos para o Senhor. 
 
No último culto de quarta-feira daquelas férias de colportagem, uma irmã disse ao marido de Gislene: “Quero lhe dar um presente. Vou lhe dar um ter-no.” No outro dia foram ao shopping e ela comprou um terno belíssimo, que não poderiam comprar tão cedo. Ao agradecer-lhe, disseram: “Irmã, a senhora é um anjo!” Ela respondeu: “Não, sou apenas um instrumento de Deus. Ele quer lhe dar este presente e está me usando para isso.”

Naquela mesma quarta-feira, depois do culto, outro irmão lhe disse: “Sabe, estive pensando em você, quero lhe pagar os estudos.” Que culto de quarta-feira abençoado!

Gislene sempre ouviu histórias surpreendentes sobre como Deus é fiel a quem Lhe é fiel. Mas não imaginava quantas bênçãos o Senhor poderia derramar sobre ela, quando começasse a prová-Lo. E ela viu que Deus é muito bom! Gislene tem certeza de que novos milagres ainda virão.

Quando somos fiéis ao Senhor e resolvemos ajudar os outros, nós começamos a ser ajudados de maneiras que não esperávamos. Quando retornamos ao colégio, estávamos cheios de alegria pelas maravilhas que Deus havia feito por nós. E ainda pudemos ajudar outra pessoa com a porcentagem do pacto que havíamos feito.


Gislene Goulart Niderstrasser
Associação Bahia Central (Uneb)


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sexta-feira, 18 de março de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: CONFIANÇA DURANTE A PROVAÇÃO

No tocante a mim, confio na Tua graça; 
regozije-se o meu coração na Tua salvação.
                                              Salmo 13:5

Marcelino Pereira de Azevedo era dono de um comércio de roupas em Juazeiro, Bahia, no mercado municipal em que trabalhou durante vinteanos. Em dezembro de 2002, ele viajou para Caruaru, Pernambuco, a fim de fazer compras para seu estabelecimento. O ônibus estava cheio de comerciantes, que também iam fazer compras. De repente, no meio da noite, eles foram acordados por uma freada brusca, e imediatamente o motorista conduziu o ônibus por uma estrada de chão fora da pista. Dois homens que estavam dentro do ônibus e se diziam comerciantes surpreenderam a todos com um assalto, e dominaram os passageiros e o motorista.
 
No fim da estrada de chão, mandaram parar o ônibus, e lá estavam mais dois assaltantes, que dispararam tiros para o ar e ordenaram que todos saíssem do ônibus. Marcelino levava no bolso R$ 1.030,00, conseguidos com muito trabalho. Escondeu R$ 630,00 debaixo da poltrona e desceu com R$ 400,00 para entregar aos assaltantes. Eles ameaçavam dizendo que se alguém não entregasse o dinheiro, seria morto. O coração de Marcelino batia forte ao ouvir essas ameaças, mas ele estava com o pensamento ligado a Deus, em oração, pedindo para que eles não levassem o dinheiro.
 
No mesmo instante, sua esposa e um dos filhos, que não conseguiam dormir, cada um em um local diferente, sentiram um forte desejo de orar por Marcelino. Era o exato momento em que ele estava refém dos bandidos, junto com os demais passageiros. A oração dos filhos de Deus tem muito poder: Marcelino saiu ileso e com todo o dinheiro para o sustento da família. Dentre as 53 pessoas, somente ele não foi assaltado.
 
Alguns lhe disseram: “Você é um homem de sorte!” Outros perguntavam se ele era um “crente”, ao que prontamente respondia: “Sim!” De todas as bolsas e sacolas que estavam dentro do ônibus, só a dele escapou. A do seu colega, que estava ao seu lado, foi aberta e infelizmente levaram todo o seu dinheiro, e ainda espalharam todos os documentos do restante
das pessoas na saída da porta. Mas não tocaram na bolsa de Marcelino, e estava tudo em ordem: talão de cheques, cartões de crédito e outros objetos de valor.

Em março de 2003, em uma quarta-feira, às 6 horas, um irmão chamado Daniel telefonou para a casa de Marcelino dizendo que o mercado em que ele trabalhava estava em chamas, e que o seu box estava sendo devorado pelo fogo.
 
Junto com a família, Marcelino não ficou desesperado. Esse era o exato momento em que estavam fazendo o culto matutino. Terminaram o culto, tranquilos, pois não havia mais nada a fazer além de confiar no poder de Deus. Após o culto, Marcelino e os filhos foram ao mercado. Quando chegaram ao local, ficaram assustados, pois todos os boxes estavam queimados.
Não havia sobrado nada além de cinzas. Antes de chegar diante do seu box, Marcelino pôde ver um quadro desolador: até construções de alvenaria não
haviam resistido ao fogo. O desespero era total. Os bombeiros tinham controlado as chamas, mas não restara muito.
 
Os destroços ainda estavam fumegando, mas o box de Marcelino ainda estava em pé. Quando ele abriu a porta do box, a repórter da televisão local falou assim: “Este foi o único sortudo; seu estabelecimento comercial não foi destruído.” Marcelino sabe que a explicação é outra: foi a poderosa mão de Deus que nos protegeu. Quando somos fiéis e mantemos comunhão diária com Deus, não tememos as provações, nem o fogo destruidor.

Marcelino Pereira de Azevedo
Missão Pernambucana Central (Uneb)

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
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sexta-feira, 11 de março de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: CLAME A DEUS NA ANGÚSTIA

"Invoca-Me no dia da angústia; 
Eu te livrarei, e tu Me glorificarás."
                             Salmo 50:15

Eddy Espejo é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia na cidade de La Paz, Bolívia, engenheiro eletrônico e trabalhador da superintendência de telecomunicações. Ele trabalhava de segunda a sexta-feira. Aos sábados se dedicava à igreja como ancião da Igreja Pura Pura e líder do Clube de Desbravadores.

Quando saiu da superintendência, ficou sem trabalho. Não encontrava um lugar em que não precisasse trabalhar aos sábados. Sua situação se tornava preocupante, porque tinha que pagar os gastos de sua família.
 
Certo dia, ele se encontrou com o chefe anterior da empresa. Durante a conversa, Eddy pediu que ele o ajudasse a conseguir emprego. Conhecedor de seu trabalho eficiente, ele o recomendou. Eddy explicou que aos sábados não poderia trabalhar, devido a seus princípios religiosos. Inicialmente aceitaram e não havia problema, mas logo começaram a insistir que ele devia trabalhar aos sábados pelo menos meio turno. Devido a tanta insistência e não tendo outra saída, Eddy teve que tomar a decisão de renunciar ao seu trabalho pelo sábado.

Sabendo da renúncia de Eddy, os gerentes da área falaram com ele para que ficasse, porque sabiam que ele era responsável e eficiente, além de ser uma influência positiva.

No momento em que parecia que as portas se fechavam, ocorreu o milagre. Deus agiu nos dirigentes de sua área de trabalho de tal maneira que a empresa fez um novo contrato com Eddy. Dentro do contrato, colocaram uma cláusula que dizia que o sábado era outorgado como um dia livre e que, para compensar, ele devia substituir com outro dia. Dessa maneira, Eddy agradece a Deus por Sua poderosa mão e porque Ele nos livra da angústia.

Eddy Espejo
Bolívia

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: AS RECOMPENSAS DE DEUS

"Invoca-Me no dia da angústia; 
Eu te livrarei, e tu Me glorificarás."
                              Salmo 50:15

O irmão Andrés Vasquez e sua esposa Carmen têm três filhos: Karina, Lucas e Melisa. Andrés e Carmen trabalham no campo e lutam a cada dia para seguir em frente, apesar das dificuldades. Em um dia frio e úmido de maio, ocorreu um acidente com Lucas, que caiu e quebrou o braço esquerdo. Nesse momento, Andrés não tinha dinheiro em casa, mas apenas no envelope do dízimo, que estava pronto para ser entregue no sábado. Devido à circunstância urgente, foi tentado a “pegar emprestado” o dinheiro do dízimo para levar o filho a um hospital.

Andrés orou e, quando se levantou da oração, possuía duas certezas. A primeira era de que Deus o acompanharia e que seu filho ficaria bem, e assim se tranquilizou. A segunda certeza era de que não utilizaria o dinheiro que pertencia ao Senhor. Portanto, teve que pedir ajuda a alguns vizinhos para levar Lucas ao médico. Graças a Deus, tudo ficou bem e, em poucos dias, Lucas mostrava notável melhora.

A maior bênção ocorreria três dias depois, por um telefonema de Karina, a filha mais velha, que estava estudando em um colégio adventista. A família estivera orando pelas dificuldades financeiras pelas quais passavam e já cogitavam a possibilidade de Karina interromper os estudos. Mas o telefonema era a resposta às orações. Andrés recebeu a notícia de que alguém havia se oferecido para pagar o ano letivo de Karina. Isso não apenas assegurava a continuidade dos estudos, mas também que não necessitaria continuar trabalhando para pagar seus estudos.

O que aconteceu? Um grupo de jovens estudantes dos Estados Unidos havia feito uma viagem especial pela América do Sul e passou uma semana no colégio. Uma das jovens que tomou conhecimento da situação de Karina conversou com os pais nos Estados Unidos, e eles decidiram ajudá-la a concluir o ano letivo. Coincidência? Casualidade?... Apenas três dias depois que o irmão decidiu ser fiel e utilizar o dízimo, recebeu a notícia sobre a ajuda para os estudos. Deus é grande e Sua fidelidade dura para sempre.

Andrés Vásquez
Paraguai

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: ANDAR COM DEUS

"Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor."
Romanos 8:39

Meu nome é Leo Sousa. Sou natural de João Pessoa, Paraíba. Mudei-me para Salvador aos 5 anos de idade. Nasci no Hospital Universitário, mas aos 6 meses de gestação corria risco de morte, e então me submeti a duas cirurgias. Graças a Deus, sobrevivi. Quando tinha 5 anos, minha mãe, Vanda, descobriu que estava com câncer devido à osteoporose. O médico disse que ela viveria mais 6 anos, mas ela ainda lutou durante 8 anos. Quando eu tinha 13 anos, minha mãe faleceu. Sofri muito.

Mudei novamente para a Paraíba, onde tive contato com o espiritismo e o catolicismo, pois em minha família havia pessoas dessas duas religiões.
Estudei em escolas católicas e me formei no seminário dessa denominação. Mas Deus tinha outros planos para minha vida.

No decorrer da minha juventude, me senti atraído pelo espiritismo e, com isso, tive vários contatos com o inimigo. Aos 18 anos, voltei para a cidade de Salvador com meu pai, uma irmã e minha madrasta. Nesse tempo, eu praticava artes marciais.

Aos 19 anos, ingressei na carreira militar e me casei. Tive uma filha, mas ela faleceu aos 3 meses de nascida, devido ao parto prematuro. Caí em depressão e desisti da carreira militar. Separei-me da esposa e tentei o suicídio, e depois de muito tempo de angústia, recorri novamente ao inimigo e me tornei satanista. Satanás, em pessoa, me fez a proposta de me tornar um dos líderes da seita. Recusei três vezes. Por isso, ele me ameaçou de morte, mas nunca mais voltei para a seita. Na época, eu tinha 20 anos.

Três meses depois, por meio de amigos, conheci uma jovem cristã. Comecei um relacionamento com ela, mas, quando me disse que era adventista do sétimo dia, fiquei indignado e discutimos. Depois, ela me convidou para visitar sua igreja, e aceitei. No primeiro sábado, já amei o culto e as músicas. Dois meses depois, por um milagre do Espírito Santo, comecei a estudar a Bíblia. Fui batizado naquele mesmo ano.

Aproximadamente dois anos depois, após ter trabalhado como obreiro bíblico, fiquei desempregado. Fiz sete entrevistas, mas não passei em nenhuma.

Recebi um convite para ser colportor-evangelista e ingressei na colportagem após a semana do Calvário de 2008. Uns quatro meses depois de iniciar a colportagem, fiz meu primeiro Seminário de Enriquecimento Espiritual. Fiz um pacto com Deus por meio dos dízimos e ofertas, entregando, além do dízimo, uma oferta de 10% de minha renda.

Durante os 41 dias da jornada espiritual, comecei a receber as respostas divinas. Pedi ao Senhor que minha família se entregasse a Cristo. E Deus fez a obra. Primeiramente meu tio, que estava em depressão. Levei a mensagem de Cristo a ele, e alguns meses depois foi batizado. Meu primo Diego, que considero um irmão, foi batizado na época em que eu fazia a jornada espiritual pela segunda vez. Durante uma semana de oração de mordomia cristã, recebi a notícia de que mãe havia se tornado adventista, e me emocionei muito.

Mas as bênçãos ainda não haviam terminado. Enquanto eu colportava e fazia a jornada espiritual pela primeira vez, fiquei sabendo de que uma das famílias que visitei durante o projeto “Sonhando Alto” estaria se batizando. Os membros da família conheceram a verdade por meio da literatura. Tudo isso como resultado de 41 dias de oração em que tive um encontro vivo e diário com Jesus.

Independentemente das dificuldades, tristezas e lutas, vale a pena ser fiel e servir a Cristo, ainda mais sendo jovem. Continuo caminhando rumo ao Céu, tendo a certeza de que:

“Não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor” 
Romanos 8:39

Leo Sousa
Associação Pernambucana (Uneb)

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: ALEGRIA NA OBEDIÊNCIA

"De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que Se torna galardoador dos que O buscam."
Hebreus 11:6

Rayonardo, que mora em Valença do Piauí, sempre foi fiel nos dízimos e ofertas. Ele vê a mão de Deus agindo diariamente em sua vida. Em 2006, ele desejava fazer o concurso público da Caixa Econômica Federal. Quando viu o edital, Rayonardo colocou-se de joelhos e buscou a Deus: “Senhor, sei que és o Deus do impossível, e que só serei aprovado nesse concurso com o Teu poder. Não peço que remova esta montanha, mas que me dês forças para subi-la.” Ele precisava descobrir a melhor maneira de estudar. Trabalhava na Secretaria de Educação da cidade, e não tinha muito tempo para o estudo. Então, Deus lhe mostrou uma luz.
 
Rayonardo começou a estudar nas horas vagas e, no mês de maio, matriculou-se em um curso preparatório. As aulas eram nos fins de semana. Surgiu um impasse: as aulas dos sábados eram das 15h às 20h30. Ele só assistia a partir das 18h, após o pôr do sol. Perdia, com isso, as aulas de Português. Nas férias, matriculou-se em um cursinho. Para sua surpresa, as aulas de Português seriam todas na sexta-feira à noite. Passar em um concurso tão disputado, com mais de 5 mil candidatos, seria um milagre.
 
No fim de semana do concurso, Rayonardo fez a prova, ansioso com o resultado. Para sua surpresa, ao conferir o gabarito, havia acertado 81,84% da prova, inclusive todas as questões de Português, a disciplina que perdera em função de sua fidelidade ao sábado.
 
No dia 22 de julho, saiu o resultado oficial do concurso. Os planos de Rayonardo eram de ficar pelo menos em 20º lugar, mas os planos de Deus eram melhores. Passou em terceiro lugar para o Pólo de Picos, ficando em quarto lugar geral no estado do Piauí.
 
Louvo a Deus por tudo que tem feito em minha vida. Deus abre as portas que ninguém pode abrir, basta confiarmos nEle. Creia e você verá a glória de Deus.

Rayonardo Mendes Barbosa
Missão Costa Norte (Uneb)

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: O SÁBADO TOCA UMA MÃE

"Não fale o estrangeiro que se houver chegado ao Senhor, dizendo: O Senhor,
com efeito, me separará do Seu povo". Isaías 56:3

Lucy ocupava seu tempo com as tarefas domésticas. Aos sábados, ela costumavafazer compras no mercado. Aos domingos, ia à missa, sempre acompanhada de seu filho. Ela não permitia que nenhum membro de outra denominação interrompesse a tranquilidade de seu lar.

Mas Deus buscava oferecer a Lucy uma compreensão maior sobre sua verdade. Ela se tornou amiga de Sonia, que a convidou para um pequeno grupo. Lucy conheceu novas verdades e, especialmente, a verdade do sábado.

Ela e seu filho ficaram surpresos com o fato de que a Bíblia ensina que esse é o dia de descanso. Para Lucy, foi difícil aceitar esse ensino bíblico, mas não para seu filho. Ele a convidava para ir no sábado à Igreja Adventista, porque foi lá que aprenderam mais sobre a Bíblia. Lucy trabalhava aos sábados e lhe era impossível ir à igreja. Então, sem qualquer esperança, pediu à administração que lhe permitissem ter o sábado livre. Depois de analisarem o problema, seus chefes disseram que não haveria problema. Assim, ela sentiu que Deus a estava guiando para guardar seu primeiro sábado na igreja.

Seu filho lhe pediu para que conversasse com o diretor do colégio a fim de que não fosse obrigado a realizar as provas no sábado. Quando Lucy conversou com o diretor, esse lhe disse que seria impossível alterar todo o programa da escola somente por causa de um aluno. Apesar da recusa inicial, os administradores da escola aprovaram o pedido e disseram que ele poderia continuar frequentando a igreja aos sábados sem prejudicar seus estudos. Finalmente, eles foram batizados na Igreja Adventista de Umacollo, Peru, onde participam com entusiasmo das atividades da igreja.

Lucy
Peru

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

MEDITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL: A VERDADEIRA COLHEITA

"Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares". 
Provérbios 3:9, 10

Na cidade de Colinas, Tocantins, mora uma família que, desde 2000, cultiva abacaxi. Esse é o único sustento de uma família de quatro pessoas. Desde que chegaram a Tocantins, Joana e Liondiniz de Oliveira haviam passado por muitas dificuldades: na colheita não havia fartura e as vendas eram difíceis. Parecia que nada estava a favor do sucesso deles.

Em 2007, Joana e seu esposo decidiram fazer um pacto com Deus: mesmo em meio a uma situação tão crítica, decidiram se manter firmes na devolução dos dízimos. Além disso, tinham um pacto de 10% de todo lucro das vendas de abacaxi.

Deus aceitou o pacto daquela família e eles obtiveram uma resposta. Em 2009, a plantação aumentou, Joana e sua família colheram mais abacaxis e venderam todos. O lucro da safra foi tão grande que Joana honrou seu compromisso com Deus e ainda conseguiu comprar uma casa própria.

Liondiniz e Joana não receberam somente bênçãos materiais. As maiores bênçãos foram espirituais: agora possuem uma comunhão diária com Deus e desenvolvem essa relação de confiança e fidelidade.

Nós não tínhamos nada, mas nosso Deus nos abençoou com o que tínhamos nas mãos. Ficamos tão gratos e contentes com a resposta de Deus que agora queremos pactuar também com ofertas exclusivas para a divulgação da Palavra de Deus.

Liondiniz Martins de Oliveira
Joana D’arq Araújo Oliveira
Missão Tocantins (Ucob)

Fonte: Livro "Adorando Ao Entardecer"
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